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Mise en Scène - "The Hunger Games: Mockingjay - Part 1"

por Catarina d´Oliveira, em 15.09.14

A Lionsgate acabou de disponibilizar o primeiro trailer oficial do penúltimo capítulo da saga Hunger Games (“Mockingjay – Parte 1″), a chegar aos cinemas ainda este ano (27 de novembro, em Portugal).

 

Na sequência do abrupto final da 75ª Edição dos Jogos da Fome, Katniss Everdeen é levada, pelos seus aliados, para o Distrito 13 que ela julgava ter sido destruído mas que, contra todas as expetativas, continua a fazer frente ao Governo de Panem. Agora, Katniss terá que liderar a Rebelião contra as forças do Presidente Snow, que mantém Peeta e Johanna Mason como reféns.

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Mise en Scène - "Serena"

por Catarina d´Oliveira, em 12.09.14

Foi finalmente revelado um trailer de "Serena", o muito aguardado drama realizado por Susanne Bier e protagonizado por Jennifer Lawrence e Bradley Cooper.

 

 

George Pemberton (Bradley Cooper) e Serena Pemberton (Jennifer Lawrence) são um jovem casal, que decide partir de Boston para a Carolina do Norte em 1929, no intuito de construir um império no ramo da madeira. Quando Serena descobre que não pode ter filhos, começa a manifestar sentimentos de vingança contra a mulher com quem George teve um filho ilegítimo antes de se casar. Suspeitando que George protege esta outra família, a intensa união entre ambos começa destruir-se.

 

"Serena" tem estreia portuguesa agendada para 20 de novembro de 2014.

 

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Snorricam - Art prints

por Catarina d´Oliveira, em 12.09.14

No etsy há uma belíssima coleção de art prints (e autocolantes e alfinetes) pelo utilizador heartbeats club que é de ficar a babar.

 

 

(Beginners)

 

 (La Vie d'Adèle)

 

 

 

(The Breakfast Club)

 

 

 

(The Fantastic Mr. Fox)

 

 

 

(Frances Ha)

 

 

 

(The Grand Budapest Hotel)

 

 

(Her)

 

 

(Hotel Chevalier)

 

(Pulp Fiction)

 

 

 

(Rushmore)

 

 

(La science des rêves)

 

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Já começam a ser conhecidos alguns dos filmes submetidos pelos vários países que pretendem concorrer aos Oscars de 2015, na categoria de Melhor Filme Estrangeiro. Portugal já deu a conhecer o seu candidato: o documentário de Joaquim Pinto, "E Agora? Lembra-me".
Esta lista será depois reduzida a nove pré-nomeados e posteriormente a cinco nomeados. Esses cinco serão votados entre todos os membros da Academia que tiverem visto o total de nomeados na categoria, para a escolha do vencedor.
(Nota: Cada filme submetido deverá ter estreado no país de origem entre 1 de outubro de 2013 e 30 de setembro de 2014)

Alemanha: "Beloved Sisters", de Dominik Graf

Áustria: "The Dark Valley", de Andreas Prochaska
Bulgária: "Bulgarian Rhapsody", de Ivan Nitchev
Chile: "Matar a un hombre", de Alejandro Fernández Almendras
Croácia: "Kauboji", de Tomislav Mrsic
Estónia: "Mandariinid", de Zaza Urushadze
Finlândia: "Concrete Night", de Pirjo Honkasalo
Geórgia: "Corn Island", de Giorgi Ovashvili
Grécia: "Little England", de Pantelis Voulgaris
Holanda: "Lucia de B.", de Paula van der Oest
Hungria: "White God", de Kornel Mundruczo
Japão: "The Light Shines Only There", de Mipo Oh
Luxemburgo: "Never Die Young", de Pol Cruchten
Mauritânia: "Timbuktu", de Abderrahmane Sissako
Montenegro: "The Boys from Marx and Engels Street", de Nikola Vukčević
Nepal: "Johla", de Yadav Kumar Battarai
Noruega: "1001 Grams", de Bent Hamer
Peru: "El evangelio de la carne", de Eduardo Mendoza de Echave
Polónia: "Ida", de Pawel Pawlikowski
Portugal: "E Agora? Lembra-me", de Joaquim Pinto
República Dominicana: "Cristo Rey", de Leticia Tonos
Roménia: "Câinele Japonez", de Tudor Cristian Jurgiu
Sérvia: "Montevideo, videmo se!", de Dragan Bjelogrlic
Suécia: "Turist", de Ruben Östlund
Taiwan: "Ice Poison", de Midi Z

Turquia: "Winter Sleep", de Nuri Bilge Ceylan
Ucrânia: "The Guide", de Oles Sanin
Venezuela: "Libertador", de Alberto Arvelo


A 87ª cerimónia dos Oscars da Academia tem lugar a 22 de fevereiro.

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Como seriam o Príncipe Eric, Aladino, Capitão Shang e outros na vida real?

 

 

 

Segundo mais uma genial criação da equipa do Buzzfeed, bastante assustadores e nada recomendáveis.

 

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Point-of-View Shot - Magic in the Moonlight (2014)

por Catarina d´Oliveira, em 07.09.14

 

"All my optimism was an illusion"

 

“Num cenário idílico internacional, um homem mais velho (e neurótico) apaixona-se por uma encantadora mulher mais jovem” – quase podíamos adivinhar que estávamos num filme de Woody Allen. E estamos mesmo.

 

Estamos no final dos anos 20, e o homem é Stanley Crawford, um famoso e celebrado mágico mais conhecido pela sua persona de palco, o chinês Wei Ling Soo. Resmungão, arrogante e com uma grande opinião de si mesmo, o mágico inglês tem uma enorme aversão aos falsos espíritas que afirmam ser capazes de fazer verdadeiras magias. Persuadido por um velho amigo, Stanley dirige-se à Côte d'Azur com o objetivo de rebaixar uma jovem e sedutora vidente, a americana Sophie Baker.

 

 

Desde o seu primeiro encontro com Sophie que Stanley a considera como uma nulidade que poderá desmascarar num instante como estando a aproveitar-se da ingenuidade da família. No entanto, para sua grande surpresa e desconforto, Sophie é capaz de numerosas proezas a ler a mente e apresenta outros poderes sobrenaturais que desafiam todas as explicações racionais, o que o deixa completamente estupefacto.

 

É um atestado à atenção ao detalhe e lealdade ao período pela parte de Woody Allen que “Magic in the Moonlight” pudesse perfeitamente ser um filme perdido dos anos 30, e à primeira vista, parece mesmo que entrámos numa cápsula do tempo.

 

Debaixo da capa de comédia romântica ambientada à Riviera francesa jaz uma sucinta mas incisiva examinação sobre a fé e a razão, a ilusão e a realidade, o otimismo e o pessimismo e dinâmica relacional que advém da convivência de todas estas constantes dicotómicas.

 

Como habitual, o argumento é um guia de bem-escrever diálogos inteligentes e graciosos que, não se sentido particularmente naturais ou passíveis de habitar lábios na vida real, se adequam à natureza dos seus personagens e ao seu (neurótico) habitat circundante.

 

 

Colin Firth tem a tarefa dar consistência física à neurose e sarcasmo usuais aos protagonistas de Allen conseguindo-o em medidas inconsistentes mas crescentes – depois de um início conturbado e excessivo, a performance estabiliza e equilibra-se ao longo do tempo. Emma Stone confere o charme habitual que parece ter sido suficiente para a tornar uma repetente (o realizador já prepara o seu próximo filme com ela), mas a verdadeira estrela do pedaço é Eileen Atkins, a cítrica tia de Stanley cujo tour de force se guarda para uma cena em particular que envolve a aplicação de psicologia invertida.

 

Todavia, “Magic in the Moonlight não deixa de parecer, em todos os âmbitos e aspetos, uma entrada menor no cânone da Woody Allen. O enredo arejado tenta fazer os desvios para terrenos familiares de forma imaginativa, mas há pouca substância que suporte a afirmação de que esta é uma comédia (ou uma farsa) particularmente sólida.

 

 

As consequências de uma carreira tão prolífera como a do realizador americano (que lança, grosso modo, um filme por ano) é a irregularidade, especialmente patente nas últimas décadas. Por cada “Midnight in Paris” ou “Blue Jasmine” temos um ou dois “Scoop” ou “Magic in the Moonlight” – charmosos e nunca intragáveis, mas evidentemente menores. No caso deste último, não é particularmente fresco ou esforçado, parecendo até, por vezes, redundante e preguiçoso.

 

É como que um requintado amuse-bouche, que tem todo o glamour do auspício duma sumptuosa refeição, mas que não tem o complemento de um prato principal.

 

Não é óbvio ou particularmente pomposo, mas como filme de Woody Allen que é, tem o seu inegável charme. E, para todos os efeitos, e mesmo nas instâncias menos brilhantes ou memoráveis, um filme de Woody Allen nunca é uma perda de tempo (ou respeito pelo intelecto).

 

 

6.5/10

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Snorricam - Monsters Inc + Prometheus

por Catarina d´Oliveira, em 04.09.14

 

O The Unusual Suspect voltou a publicar um dos seus fabulosos mash-ups, cruzando, desta feita, o universo colorido de "Monsters Inc." com os traços sombrios de "Prometheus". E subitamente Mike e Sulley têm à sua frente uma jornada absolutamente aterradora.

 

 

 

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Point-of-View Shot - Only Lovers Left Alive (2013)

por Catarina d´Oliveira, em 03.09.14

 

"How can you have lived for so long... and still not get it?"

 

O mundo é um lugar estranho na melancólica sinfonia vampírica de Jim Jarmusch.

 

Tilda Swinton e Tom Hiddleston, ambos magnéticos para lá do campo da possibilidade, são Eve e Adam, dois vampiros sofisticados mas enfastiados pela rotina ininterrupta de uma existência eterna. Apesar de casados e ainda que continuem enamorados como no dia em que se conheceram, vivem separados – ela, uma intelectual vibrante, abraçou a cultura remota de Marrocos, enquanto ele, um músico recluso, escolheu como casa uma Detroit em ruínas. Numa vida sem fim, viram tudo, conheceram toda a gente.

 

 

Um dia, alertada pelo crescente desânimo de Adam, Eve viaja até à sua mansão gótica com a missão de o salvar e convencer que as paixões da vida podem equilibrar-se com as suas maiores provações.

 

Num século que não tem sido particularmente meigo para a comunidade vampírica, “Only Lovers Left Alive” é uma entrada particularmente sóbria e respeitadora das convenções do género e da mitologia – desde a impossibilidade do contacto com a luz solar, passando pelas graças com o alho e o real cenário da cessação da existência via bala de madeira. Mas estes são seres peculiares noutra dimensão. Importam-se. Com a idade das coisas, com o conhecimento do mundo, com denominações latinas da flora e da fauna e com amores que duram não uma, mas várias vidas.

 

 

Todavia, esta é apenas uma curiosa expressão da sua face polimorfa: é ainda um ávido (e divertido) comentador político e social obcecado com a decadência artística (e a sua deleitosa história alternativa) e a decomposição da alma humana.

 

O estilo e o tom são duas das suas grandes mais-valias, particularmente porque são usados para acentuar a substância, e não servir como um parco substituto. O segredo está nas composições musicais originais, na onda interminável de significantes (onde se contam Shakespeare, Júlio Verne, James Joyce e muitos outros), no caprichoso ambiente noturno das ruas varridas de Detroit.

 

 

Jarmusch nunca foi o realizador mais acessível do mundo, e seguindo as suas tradições, este é mais um título que coroa a interação acima da narrativa. Mas não obstante a natureza relativamente anémica da história, de alguma forma – talvez pela bengala do género – esta delicada odisseia sobre o reencontro connosco mesmos, o amor de longo-prazo e o conceito de cultura enquanto necessidade humana é um dos seus filmes de digestão mais facilitada.

 

Only Lovers Left Alive” é uma elegia esperançosa e, provavelmente, o filme mais terno e humano da carreira do lacónico realizador. E o facto de versar sobre assassinos de sangue frio não é nenhuma coincidência acidental.

 

 

8.0/10

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Férias - I'm off... again

por Catarina d´Oliveira, em 16.08.14

Está naquela altura do ano - férias com a famelga.

 

 

Vemo-nos na próxima semana, companheiros. Até lá, bons filmes!

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Point-of-View Shot - Guardians of the Galaxy (2014)

por Catarina d´Oliveira, em 15.08.14

 

"So here we are: a thief, two thugs, an assassin and a maniac. But we're not going to stand by as evil wipes out the galaxy. I guess we're stuck together, partners"


O recreio da Marvel sempre teve raízes terrenas. Mesmo com todos os monstros, deuses, abominações, mutações fantásticas, e vislumbres de outros mundos, parece não haver nada mais apelativo aos domínios da destruição alienígena e fictícia do que… bom, os Estados Unidos. Mas a colisão segura entre o mundano e o incrível acabou de ser atingida por um raio energético originário na imensidão do cosmos.

 

Com “Guardians of the Galaxy”, a Marvel cruza finalmente, e à velocidade da luz, as fronteiras do desconhecido para abrir alas à exploração espacial. E como qualquer incursão cósmica, a aposta foi um risco autêntico. Não só porque, ao contrário de “Spiderman” ou “Iron Man”, esta adaptação edifica-se a partir banda-desenhada relativamente recente e desconhecida àqueles que ficam por fora dos meandros do interminável universo dos comics, mas também – e sobretudo – porque vem quebrar uma crescente tendência sentida nos filmes de super-heróis do passado recente.

 

 

A idiossincrasia e a excentricidade carimbam a visão de James Gunn que vem infundir o género com entusiasmante sangue novo e resgatá-lo da pasmaceira de previsibilidade.

 

No enredo, o aventureiro espacial Peter Quill é alvo de um caçador de recompensas depois de roubar uma esfera cobiçada por um vilão traiçoeiro. No entanto, quando Quill descobre os seus poderes, tem de encontrar uma forma de reunir um quarteto de rivais inadaptados para tentar salvar o universo.

 

 

Co-escrito e realizado por Gunn, “Guardians of the Galaxy” é uma agradável surpresa do início ao fim, um muscular blockbuster que tanto se notabiliza pelo número atípico de gargalhadas que consegue arrancar da audiência, como pela reverência que provoca em resultado do estilo energético, leve e carregado de ação.

 

Apesar do potencialmente temerário enredo familiar – uma equipa organizada para combater um mal maior – Gunn tem a sensatez de minimizar a exposição sobre a origem de cada um dos membros, mantendo todavia a sua história e motivações suficientemente claras.

 

 

A celebração do heroísmo old school é um autêntico regresso aos filmes de ação de antigamente, uma era aparentemente perdida no tempo onde o entretenimento não era tão sério e sisudo e apenas despreocupadamente divertido. As influências de “Back to the Future”, “Star Wars/Trek”, e até “Indiana Jones” cheiram-se à distância, ainda antes de começarmos a abanar o esqueleto ao som dos temas clássicos e contagiosos dos anos 70 no adorado walkman de Quill.

 

Uma esmagadora parte do sucesso tem origem no fantástico quinteto de rebeldes e bandidos que se (des)organiza em busca da misteriosa esfera. A química entre todos é absolutamente crepitante, mas todos funcionam individualmente como personagens completamente formadas e desenvolvidas.

 

 

Além do destaque óbvio para a excêntrica dupla de Rocket & Groot (com trabalho vocal fora-de-série de Bradley Cooper e Vin Diesel), Chris Pratt é o rei do recreio, fazendo o melhor uso possível das habilidades cómicas desenvolvidas na sua passagem por “Parks and Recreation”. O seu adoravelmente espertalhão e charmoso Peter Quill – parte Han Solo, parte Marty McFly – auspicia não só um grande futuro para a saga, como um caminho de sucesso trilhado para o ator, que já se sabe protagonista de outro peso-pesado do domínio blockbuster – o novo “Jurassic World”.

 

É possível que houvesse benefício em tirar uns momentos para respirar… mas o melhor que temos a fazer é render-nos à euforia açucarada e aguardar, ainda com os níveis de adrenalina em alta, pela já ansiada sequela. Afinal, quem não ficou curioso para mergulhar nos meandros musicais e heroicos da promessa de Awesome Mix Volume 2?

 

8.5/10

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