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Point-of-View Shot - Joy (2015)

por Catarina d´Oliveira, em 03.02.16

joy.jpg

 

"Don't ever think that the world owes you anything, because it doesn't. The world doesn't owe you a thing"

 

Era uma vez, uma bela e pura menina de cabelos dourados, filha de um comerciante de sucesso, que sonhava com uma vida feliz e preenchida, num futuro que desejava não muito distante. Um dia, um príncipe encantado chegou, arrebatou-a e salvou-a de uma existência infeliz e abusiva, e viveram felizes para sempre.

 

Esta é a história de Cinderella, e esta poderia muito bem ser a história de Joy. Contudo, em contos que não são de fadas, mas de gentes, não há príncipes, nem carruagens mágicas, nem feitiços até à meia-noite. Há independência, dedicação sem horários e... uma esfregona milagrosa.

 

Inspirado nas histórias verdadeiras de mulheres audazes’: assim abre portas o “Joy” de David O. Russell, que poderia simplesmente ter pedido emprestada a citação que introduziu o irmão mais velho, “American Hustle”: ‘alguns destes factos aconteceram realmente’.

 

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O nono filme no currículo do realizador nova iorquino é dissolutamente baseado na história de Joy Mangano, uma mãe solteira de Long Island que, no início dos anos 90, revolucionou a sua vida de simplicidade ao desenvolver uma invenção miraculosa que facilitaria a vida doméstica a muito boa gente e que a tornaria numa superestrela das (agora olvidadas) televendas. 

 

Numa primeira instância, e apesar de sofrer de diversas maleitas – já lá iremos - “Joy” é deliciosamente refrescante: Hollywood não se coíbe de explorar insistentemente a galinha de ovos de ouro que é o ethos nacional do Sonho Americano, mas são raras as vezes em que esse sonho se transporta de salto alto e se fortalece à base de estrogénio palpitante. Contemporaneamente feminino (sem ser pejorativamente feminista), “Joy” é uma ode à mulher moderna.

 

E já que falamos em mulher moderna... Entre bochechas redondas e olhar juvenil, é difícil engajar a suspensão de descrença ao ver Jennifer Lawrence passar por uma trintona com dois filhos, mas se “Joy” teve algum êxito indiscutível foi nesta sua inesperada aposta. No seu papel mais carnudo desde “Despojos de Inverno” – o glorioso e humilde indie que a lançou na rota do estrelato em meados de 2010, e que lhe valeu, inclusive, a primeira indicação a Óscar – Lawrence marca uma posição forte e credível, construindo uma personagem relacionável e estratificada que serve de derradeira boia de salvação entre a ciclónica bagunça tonal de O. Russell. É ela que consegue, ainda que marginalmente, colocar o filme com os pés na terra. E sempre que surge uma oportunidade para brilhar, Lawrence não desaponta, seja na dureza com que enfrenta a desonestidade de oblíquos homens de negócios, seja no retrato matizado que faz de uma mulher simples mas de grandes ideias.

 

joy-4-xlarge.jpg

 

À exceção de um competente e sóbrio Bradley Cooper, o elenco secundário (composto, entre outros, por Robert De Niro, Isabella Rosselini e Virginia Madsen) pouca margem tem para dar ares de sua graça, muito culpa do argumento, muito mecânico e pouco emocional, que torna a família de Joy particularmente subdesenvolvida, irritativa e caricaturada, com o objetivo simultâneo mas pouco conseguido de arrancar gargalhadas e estabelecer contraste com a honrada protagonista.

 

Esta é, na verdade, uma deformidade (infelizmente) atual de O. Russell, que parece cada vez mais obstinado em incluir “caricaturas do seu tempo” em cada uma das suas produções, apenas porque o pode fazer. De facto, a “família tóxica” sempre fez parte do núcleo dos seus temas recorrentes, mas enquanto noutros momentos existiu uma forte ligação entre a opressão e a rejeição e o amor e a necessidade, explorando-se depois o impacto e significado dessa relação abusiva para o protagonista, “Joy” não vai além do subdesenvolvimento e da inconsequência de uma família disfuncional apenas porque é disfuncional, nem sequer explorando os verdadeiros efeitos que essa realidade abusiva teria na protagonista ou sequer abordando a natureza controversa da dinâmica dessas relações negativas – matéria em que O. Russell já foi, inclusive, especialista (veja-se a destreza com que o fez, por exemplo, em “The Fighter”, 2010).

 

Rapidamente, o dispositivo torna-se então progressivamente mais fatigado e, naturalmente, atrasa todo o restante processo narrativo e emocional. Assim, a primeira parcela da fita – mais focada no ambiente familiar e a consequente rutura do mesmo – é manifestamente mais morosa e menos dinâmica.

 

joy-2015.jpg

 

É a partir do segundo ato que “Joy” brilha – talvez no momento em que o realizador deixa de se encantar por cartoons e volta a interessar-se pela história da mulher que o inspirou em primeiro lugar – tornando-se verdadeiramente envolvente e eficaz, deixando-se submergir nos sucos da fascinante envolvência empreendedora do enredo.

 

Consequentemente, o filme de O. Russell não ressoa propriamente como uma biografia memorável, mas mais como uma leve e fofa fatia de espírito empreendedor, contaminada por um ritmo inconstante, uma direção incerta e um grupo de personagens secundários desconfortável.

 

Há uma película notável algures, mas poluída por uma contaminação que não lhe pertence. Afinal, talvez lhe faltasse uma ou duas passagens pela tal esfregona milagrosa...

 

 

7.0/10

 

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Um desabafo - Sobre o boicote dos Oscars...

por Catarina d´Oliveira, em 21.01.16

Tinha tomado a decisão implicita de não abordar este assunto por duas razões: a primeira delas sendo que, muito provavelmente me vão chover pedras na cabeça. A segunda é que, regra geral, prefiro falar de coisas potencialmente divertidas... mas as proporções a que tem chegado esta coisa do boicote aos Oscars começa a parecer-me ridícula e profundamente incomodativa.

 

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Talvez seja uma opinião arriscada, digna do tal apedrejamento imediato a quem não se preocupar a ler o resto, mas numa primeira instância, o que parece é que este movimento iniciado (creio eu) por Jada Pinkett Smith é em si mesmo preconceituoso (diminuindo dessa forma os performers que por mérito perante os pares foram escolhidos como os melhores) e uma mini-birra por o marido não ter sido nomeado... o que, lá está, é ridículo, especialmente tendo em conta que a sua performance em Concussion não é, na verdade, nada por aí além. Idris Elba, por exemplo, seria um melhor exemplo de "ausência escandalosa", mas não estamos nós habituados a "snubs" à fartazana todos os anos, quer sejam em atores afro-americanos, latinos, americanos, ingleses, homens, mulheres, homossexuais ou heterossexuais?

 

Isto não quer dizer que a ideia da representação na indústria cinematográfica em geral e em Hollyoowd em particular não esteja completamente virada do avesso - porque está. As minorias - sejam elas as parcelas afro-americanas, latinas, LGBT ou qualquer outra - estão imensamente mal servidas, o que não é, necessariamente, culpa dos Oscars que inclusivamente chegaram a atribuir uma série de prémios há não muito tempo a 12 Years a Slave.

 

12-years-a-slave-.jpg

 

O problema grave e que existe está na indústria. A indústria - essa sim - precisa de uma tremenda revolta. Porque continua a imperar um machismo imenso onde pouco lugar existe a fortes figuras femininas que se estabeleçam por si mesmas. Porque a diversidade étnica quase só se faz ouvir quando se produzem filmes sobre o seu estatuto de minoria (emigrações, escravatura, lutas por direitos, figuras históricas relevantes). Porque todos os anos continuamos a ter as mesmas conversas e a ver as coisas a acontecer da mesma forma ano após ano.

 

E não é culpa de uma Academia - por mais falhas e defeitos que possa ter, e tem - é culpa de um sistema. Um sistema que está formatado a meia-dúzia de receitas de sucesso e que não abre espaço à experiência, ao talento e à arte. Um sistema que perpetua uma distribuição desigual e mecânica que assassina projetos dignos antes que possam sequer nascer.

 

Precisamos desesperadamente de uma revolução, sim. Mas uma revolução pelos motivos certos. Uma revolução movida por direitos e não por um prémio na prateleira. Uma revolução movida pela arte e não pela bilheteira.

 

Uma revolução movida por pessoas e para pessoas.

 

 

 

 

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Point-of-View Shot - The Danish Girl (2015)

por Catarina d´Oliveira, em 20.01.16

danish.jpg

 

 

"I think Lily's thoughts, I dream her dreams. She was always there"

 

É enganadora a aparente natureza recente da discussão e exposição do movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgéneros, Transexuais). Na verdade, as primeiras manifestações do mesmo datam de quase 15.000 anos, com pinturas rupestres a exibirem, entre outros elementos, várias peças de temática homoerótica. A conclusão lógica a que chegamos é que não estamos perante os pouco iluminados apelidam de “moda”, mas uma insurgência natural que até aqui apenas tinha sido silenciada. 

 

Uma das pequenas mas resolutas provas desse (ainda curto) desenvolvimento é o incremento de produções cinematográficas LGBT. No caso dos circuitos mainstream, encontra-se ainda numa fase ainda embrionária, privilegiando as histórias de emersão revolucionária – talvez um dia possam (como devem) ser vistas com histórias como quaisquer outras. Lá chegaremos, talvez e esperançosamente, num destes dias. Mas não hoje. Hoje ainda necessitamos que os filmes nos ajudem a quebrar barreiras que não sabemos bem quem ergueu, e são anos como o de 2015 – surpreendentemente farto em produções LGBT – que ajudarão a fazê-lo.

 

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É no sentido desta procissão que marcha THE DANISH GIRL, uma distinta história de amor e coragem entre Einar e Gerda Wegener, que atravessa o moral, emocional e fisicamente desafiante processo pioneiro de mudança de sexo de Einar.

 

Antes de avançarmos na análise, é imperial anotar que o filme realizado por Tom Hooper (THE KING'S SPEECH, LES MISÉRABLES) bebe inspiração diretamente da fonte do livro homónimo de David Ebershoff lançado no ano 2000. É essencial estabelecê-lo porque é, em primeiro lugar, o livro que não apenas toma diversas liberdades em relação à história verídica de Einar e Gerda, como a ficcionaliza abertamente e em larga medida. É, na realidade, uma abordagem como qualquer outra, e é tão grande a sua legitimidade como a de Hooper e a sua argumentista Lucinda Coxen de a adaptarem. 

 

O problema surge quando THE DANISH GIRL - o filme - é vendido como “a derradeira história da primeira mulher transgénero” – que não somente incorre num erro factual (Lili não foi, efetivamente, a primeira) como corrompe uma outra história, essa sim, verídica, mas tão distante do romance de Ebershoff e do drama de Hooper. O argumento é, desta forma, uma valente pincelada em falso, já que, apesar de captar geralmente a essência do espírito e tom da luta de Lili, perpetua uma disparidade temática e moral algo difícil de deslindar, perdida entre três realidades distintas.

 

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A primeira, um biopic sério com Lili como figura central e trágica, um mártir, diríamos, colocando Gerda num segundo e diminuído plano. A segunda, vista através dos olhos de Gerda, e desenvolvendo a história de “outra Rapariga Dinamarquesa”, resiliente e apaixonada, numa ode ao amor incondicional e à lealdade cega. 

 

A terceira, é, no entanto, a mais problemática, já que grande parte do que ali se conta é, na realidade, mentira. Lili não foi incompreensivelmente egoísta, e Gerda não foi uma vítima ou uma pobre abandonada – era uma mulher bissexual que fez o seu nome de quadros de mulheres que se devoravam mutuamente e que se divertia nas noites longas com Lili, encontrando-se, inclusive, já casada e feliz com um diplomata italiano quando o ex-marido se submeteu às cirurgias. 

 

O maior pecado de THE DANISH GIRL é, portanto, a mentira mascarada, porque segurando a bandeira de uma “história verídica”, não o é, obliterando grande parte dos seus mais fascinantes pormenores. A vida é colorida por imperfeições, erros e pequenos (ou grandes) egoísmos, mas infelizmente os biopics são preenchidos por virtudes formulaicas.

 

alicia.vikander.png

 

No fundo, tudo isto acontece porque a película se desenha cuidadosa e artisticamente sobre uma tela que tem pavor de borrar. É um portento para os olhos, mas raramente arrebatador, e é tecnicamente prodigioso, mas dramaticamente inerte. A (verdadeira) história de Lili Elbe é fascinante e vibrante, mas, de alguma forma, o filme de Tom Hooper está acorrentado ao conservadorismo de um objeto artístico que simultaneamente deseja ardentemente quebrar barreiras ideológicas e sociais mas que teme tanto chocar o espectador e desenquadrar-se do perfil do “Oscar hopeful” que acaba por se tornar inofensivo, pouco relevante e incapaz de honrar na totalidade a figura que edifica.

 

Todavia, e confirmando os burburinhos festivaleiros, o elenco guarda melhores notícias. Depois de garantir o Óscar de Melhor Ator pela fenomenal performance em THE THEORY OF EVERYTHING, Eddie Redmayne promete um regresso certo à awards season com uma interpretação pautada de nuances várias e surpreendentes. Ainda que este arco narrativo seja estruturalmente muito semelhante à história de Stephen Hawking– reduzindo assim o fator surpresa e alguma da noção de dinamismo do ator - Redmayne parece ter nascido para viver Lili Elbe, desde o modo delicado que transporta quando se move às maçãs de rosto proeminentes que lhe saltam exuberantemente do rosto. No entanto, a sua potencialidade parece diminuída pela sumptuosa respeitabilidade que o próprio filme teima em assumir e pela fragilidade do desenvolvimento emocional que o argumento permite à personagem – a certa altura, reduzindo-a a pouco mais do que poses e sorrisos e propagando uma noção feminina surpreendentemente retrógrada (quando inicia a transição Lili não só deixa de pintar como se torna obcecada com o peso e com o desejo ardente de se tornar uma dona de casa convencional).

 

Surpreendentemente, a alma de THE DANISH GIRL pertence a Alicia Vikander que interpreta Gerda com uma vitalidade foliona que só torna a sua transfiguração numa mulher forte porém desesperada ainda mais tortuosa e verdadeira. A subtileza é a sua palavra de ordem, máxima que lhe permite um catalisador singular de complexidade e honestidade. Vikander – uma das atuais it girls de Hollywood (e do mundo) com total merecimento – brilha num misto de inteligência sensual e moral solidificando-se como uma das mais arrebatadoras e entusiasmantes atrizes da sua geração.

 

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Dando alguns passos atrás e assumindo o necessário distanciamento o balanço do mais recente drama de Hooper é, ainda assim, marginalmente positivo e socialmente relevante. 

 

Afinal, não só construiu algo lindíssimo de se ver, mas um produto admitidamente mainstream com um tema cativante e (ainda) divisivo que deverá propiciar muita e bem-vinda discussão de ideias e ideais, demonstrando por Lili um respeito e uma bondade que, muito provavelmente, não chegou a encontrar ao longo da sua complexa jornada.

 

THE DANISH GIRL está longe de ser uma obra de arte, mas é, inequivocamente, um filme essencial – para a memória de Lili e Gerda, para a comunidade LGBT, para o mundo.

 

 

6.5/10

 

 

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Oscars 2016: Nomeados

por Catarina d´Oliveira, em 14.01.16

Foi há momentos conhecida a lista completa de nomeados à 88ª edição dos Óscares da Academia. Sem grandes surpresas, The Revenant foi o filme mais indicado (12 nomeações), seguido de Mad Max: Fury Road (10) e The Martian (7).

 

Graças aos senhores, desta vez não houve hegemonia de David O. Russell e Joy só teve uma nomeação - a já aguardada indicação de Jennifer Lawrence e por esta altura já George Miller coça a barriga de extremo contentamento - merecido.

 

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A seguir a lista completa de nomeados.

 

 

MELHOR FILME
"The Big Short"
"Bridge of Spies"
"Brooklyn"
"Mad Max: Fury Road"
"The Martian"
"The Revenant"
"Room"
"Spotlight"


MELHOR REALIZADOR
Adam McKay, "The Big Short"
George Miller, "Mad Max: Fury Road"
Alejandro González Iñárritu, "The Revenant"
Lenny Abrahamson, "Room"
Tom McCarthy, "Spotlight"

 

MELHOR ATOR
Bryan Cranston, "Trumbo"
Matt Damon, "The Martian"
Leonardo DiCaprio, "The Revenant"
Michael Fassbender, "Steve Jobs"
Eddie Redmayne, "The Danish Girl"

 

MELHOR ATRIZ
Cate Blanchett, "Carol"
Brie Larson, "Room"
Jennifer Lawrence, "Joy"
Charlotte Rampling, "45 Years"
Saoirse Ronan, "Brooklyn"

 

MELHOR ATOR SECUNDÁRIO
Christian Bale, "The Big Short"
Tom Hardy, "The Revenant"
Mark Ruffalo, "Spotlight"
Mark Rylance, "Bridge of Spies"
Sylvester Stallone, "Creed"



MELHOR ATRIZ SECUNDÁRIA
Jennifer Jason Leigh, "The Hateful Eight"
Rooney Mara, "Carol"
Rachel McAdams, "Spotlight"
Alicia Vikander, "The Danish Girl"
Kate Winslet, "Steve Jobs"

 


MELHOR ARGUMENTO ORIGINAL
"Bridge of Spies"
"Ex Machina"
"Inside Out"
"Spotlight"
"Straight Outta Compton"



MELHOR ARGUMENTO ADAPTADO
"The Big Short"
"Brooklyn"
"Carol"
"The Martian"
"Room"


MELHOR FILME ESTRANGEIRO
"Embrace of the Serpent" (Colômbia)
"Mustang" (França)
"Son of Saul" (Hungria)
"Theeb" (Jordânia)
"A War" (Dinamarca)

MELHOR DOCUMENTÁRIO
"Amy"
"Cartel Land"
"The Look of Silence"
"What Happened, Miss Simone?"
"Winter on Fire: Ukraine's Fight for Freedom"

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO
"Anomalisa"
"Boy and the World"
"Inside Out"

"Shaun the Sheep Movie"
"When Marnie Was There"

MELHOR MONTAGEM
"The Big Short"
"Mad Max: Fury Road"
"The Revenant"
"Spotlight"
"Star Wars: The Force Awakens"


MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
Earned it, de "Fifty Shades of Grey"
Manta Ray, de "Racing Extinction"
Writings on the Wall, de "Spectre"
Til it happens to You, de "The Hunting Ground"
Simple Song #3, de "Youth"

 

MELHOR BANDA SONORA ORIGINAL
"Bridge of Spies"
"Carol"
"The Hateful Eight"
"Sicario"
"Star Wars: The Force Awakens"

 

MELHORES EFEITOS VISUAIS
"Ex Machina"
"The Martian"
"The Revenant"
"Star Wars: The Force Awakens"

 

MELHOR FOTOGRAFIA
"Carol"
"The Hateful Eight"
"Mad Max: Fury Road"
"The Revenant"
"Sicario"

 

MELHOR GUARDA-ROUPA
"Carol"
"Cinderella"
"The Danish Girl"
"Mad Max: Fury Road"
"The Revenant"

 

MELHOR MAQUILHAGEM E CABELOS
"Mad Max: Fury Road"
"The 100-Year-Old Man Who Climbed Out the Window and Disappeared"
"The Revenant"

 

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO
"Bridge of Spies"
"The Danish Girl"
"Mad Max: Fury Road"
"The Martian"
"The Revenant"

 

MELHOR EDIÇÃO DE SOM
"Mad Max: Fury Road"
"The Martian"
"The Revenant"
"Sicario"
"Star Wars: The Force Awakens"

 

MELHOR MISTURA DE SOM
"Bridge of Spies"
"Mad Max: Fury Road"
"The Martian"
"The Revenant"
"Star Wars: The Force Awakens"

 

MELHOR CURTA-METRAGEM
"Ave Maria"
"Day One"
"Everything Will Be Okay"
"Shok"
"Stutterer"


MELHOR CURTA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO
"Bear Story"
"Prologue"
"Sanjay's Super Team"
"We Can't Live Without Cosmos"
"World of Tomorrow"

 

MELHOR CURTA-METRAGEM DOCUMENTAL
"Body Team 12"
"Chau, Beyond the Lines"
"Claude Lanzmann"
"A Girl in the River"
"Last Day of Freedom"

 

 

A cerimónia de entrega dos galardões está marcada para 28 de fevereiro, em LA.

 

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Golden Globes 2016: resumo em gifs

por Catarina d´Oliveira, em 12.01.16

 

Foi neste último domingo (dia 10 de janeiro) que teve lugar a 73ª edição dos Golden Globes.

 

Teoricamente, esta data representa a grande abertura da awards season (podem ver a lista completa de vencedores de Cinema por aqui), mas praticamente, é muito mais divertido olhar para ela como uma portentosa fábrica de gifs memoráveis. E apesar de a noite ter sido relativamente branda em matéria de discursos inspiradores e apresentadores afogados em estupefacientes (à exceção de Jonah Hill - lá iremos), teve, sem dúvida, a sua quota parte de momentos para mais tarde recordar.

 

Além do domínio de The Revenant, houve distribuição de ofensas e de bolachas, um penteado absolutamente aterrador de Channing Tatum e uma mão-cheia de novo material para construção de memes de Leonardo DiCaprio, pelo que apertemos os cintos e recordemos então esse belíssimo serão com cortesia gif.

 

*** ****

 

 

 A noite abriu com a costumeira passadeira vermelha que cada vez mais é uma masterclass em "strike a (dramatic) pose"...

 

 

... ou o melhor espaço de promoção da awesomeness de Amy Shumer

 

 

 

Resumindo, e no geral, toda a gente tinha as prioridades no lugar certo, sobretudo Sam Smith.

 

 

 

Mas é claro que nestes eventos há sempre espaço para surpresas, como o facto de Jennifer Lopez aparecer VESTIDA

 

 

E estavamos nós ainda a pasmar com o facto de não sermos abalroados pelas ancas ou decote de Lopez quando, eis senão quando... aparece Channing Tatum todo janota com a esposa...

jonah-channing-gg-11jan16-09.jpg

 

 

que amoro...mas... espera... há ali qualquer coisa de errado...

 

 

 

... e foi neste momento que percebi que durante as próximas duas semanas não precisarei de beber mais cafés, porque o meu sono será repetidamente contaminado pela aterradora imagem do penteado Emo de Tatum [arrepios]

 

Evidentemente, toda a gente teve grandes problemas em lidar com a situação delicada, e a explosão começou no twitter...

tatum.jpg

 

 

 

O problema alastrou-se para as próprias "estrelas", e muita gente tentou simplesmente ignorar o que aconteceu...

 

 

 

 Outros tentaram expressar o seu descontentamento ao nível da violência física...

 

 

Mas a maioria optou mesmo por se embriagar para esquecer...

 

 

... como se não houvesse amanhã...

 

 

... ou como se ontem não tivesse existido, porque provavelmente ninguém se ia lembrar...

 

 

 

E as próprias estações televisivas tentaram consolar a nossa alma magoada ao exibir repetidamente publicidade com o tema de fungos nos pés... 

 

 

... mas a esperança de que esta dor desaparecesse com o resto do serão era imensa e assim bebemos um último e esperançoso gole de esquecimento.

 

 

Quando demos por nós, a coisa já estava a começar!!

 

 

 

A gala arrancou finalmente com um excelente e profundamente armadilhado monólogo de Ricky Gervais...

 

 

... e a desgraça parecia finalmente esquecida quando as sequelas do comportamento abusivo decorrente do cabelo daquele cujo nome não deve ser pronunciado começaram a sentir-se...

 

 

 

Não só porque tivemos de voltar a dar de caras com ele em direto, mas porque Jonah Hill não conseguiu, claramente, lidar com a situação ao nível dos 15 kg de erva que provavelmente fumou na sequência do desgosto em relação ao amigo... 

 

 

 ... Jane Fonda não ficou impressionada, mas fiquei particularmente fã do fascinante colega de mesa à direita...

 

 

 

 ... de quem Rob Lowe fez uma imitação primorosa.

 

 

 

As coisas continuaram a descarrilar quando se tornou óbvio que o senhor do teleponto esteve, provavelmente, a partilhar os tais 15 kg de erva com Jonah Hill...

 

 

 

 E perante isto, como é óbvio, a retidão e mestria de Ridley Scott não lhe permite ter paciência para estas merdas.

 

 

 

Também o Quentin parecia ligeiramente fora de si ainda que proseguisse com aquelas pérolas contemporâneas sobre a indústria às quais já estamos habituados...

 

 

 

E na hora da despedida, ninguém o fez com mais classe do que ele.

 

 

 

Decidimos dar mais uma oportunidade à noite e foi com grande alegria e choque que Kate Winslet chegou à conclusão de que esta ainda poderia valer a pena...

 

 

 

Isto porque a única coisa que mobilizaria mais gente do que 57 filmes de Star Wars até 2020 é o reencontro entre Jack e Rose...

leo kate.jpg

 

 

 

... a ocasião parecia perfeita para o reencontro de uma vida, mas há traições que não podem ser esquecidas...

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...e a realização de que outras opções podiam ter sido feitas...

17yzwc61u64m2jpg.jpg

 

 

 

No entanto,  está mesmo na altura de enterrar o passado, e esta parecia edificar-se como uma noite inesquecível para o nosso boy DiCaprio...

 

 

 

Mesmo depois de ter sido violentamente abalroado por Lady Gaga.

 

 

 

Atentemos uma vez mais na beleza expressiva do ator.

 

 

Mais tarde até Iñárritu ficou fã do momento...

 

 

 

Tudo isto poderia ter preconizado um extensivo episódio de "porrada da grossa", mas felizmente, o deus do boxe Rocky was in the house and winning.

 

 

 

Mesmo que, enfim... não tenha agradecido a virtualmente ninguém que participou no filme que efetivamente lhe valeu este prémio (Creed, protagonizado por Michael B. Jordan)...

 

 

 

Mas pelo menos o seu amigo imaginário não ficou sem uma palavra amiga...

 

 

 

 

Por esta altura, já levamos umas quantas horas desta brincadeira, e é difícil ir pela noite dentro sem atacar o armário das bolachas... afinal, a estas horas a dieta já deve estar a dormir.

 

 

 

 Escondendo o sentimento de culpa debaixo da cama, avançamos para a dupla de BFF's mais adorada da atualidade.

 

 

 

E apesar de muito boa gente já desejar a chegada de umas boas férias de Jennifer Lawrence (afinal tudo o que é demais..........), Eddie Redmayne pareceu ser ainda um fã acérrimo da dupla J-Law e A-Shu.

 

 

 

Mas os Globos têm esse fabuloso dom de parir duplas inesperadas e inesquecíveis, e rapidamente as meninas foram esquecidas porque, entre um nevoeiro de suspiros e estrogénio, Ryan Gosling e Brad Pitt subiram ao palco para um dos segmentos mais inspirados da noite.

 

 

 

Mas agora a sério Brad Pitt - porque é que pareces 15 anos mais novo %&$#$%"???

 

 

 

 A hora já ia avançada e sono começava a apoderar-se de cada uma das nossas pestanas...

 

 

 

...mas ainda nos aguardavam alguns dos melhores momentos da noite, como a célebre distribuição de bolachas de Taraji P. Henson - a sério... já estou a abarrotar... 

 

 

E no caso de a questão dos Óscares não lhe correr bem, pelo menos o Leo já levou um lanchinho...

 

 

 

E nem mesmo sendo a salvadora da anorexia na sala deixaram a mulher fazer o discurso condignamente...

 

 

 

 

Eu, pessoalmente, também tinha dado uma bolacha ao Damon...e uma palmadinha nas costas... e cinco euros em trocos...

 

 

 

 

Ou ao Mel Gibson, que tentou responder às tiradas do Gervais...e o tiro saiu-lhe pela culatra (no pun intended).

 

 

E nesse momento todos fomos Alan Cumming...

 

 

... à exceção de Ricky Gervais, que continua apenas a ser Ricky Gervais e a ver o mundo a arder com as suas tiradas.

 

 

 

 

 Mas chega de encher chouriços porque o homem da noite foi mesmo Leonardo DiCaprio.

 

 

 

Quando soube da notícia da vitória na categoria de Melhor Ator de Drama tentou efusivamente festejar com um amigo que, claramente, tem algumas dificuldades com a definição de fist pump...

 

 

 ... mas o momento em que DiCaprio subiu ao palco foi um arrepiante tributo à sua gigantesca e dinâmica carreira, com todos os pares a aplaudirem de pé o protagonista de The Revenant.

 

 

 

 

Todavia, nem toda a gente foi tocada de forma positiva pela vitória de DiCaprio - mas por favor não voltem a chamar o Jonah Hill....nunca mais....

JGgs5rx.jpg

 

 

 

 A noite terminou com a atribuição do grande prémio da cerimónia - Melhor Filme de Drama - a The Revenant, deixando Spotlight a ver navios... mas pelo menos Iñárritu ficou aliviado por todo o esforço, lama e teimosia em só filmar com luz natural valerem a pena.

 

 

 

 

E sem grandes surpresas mas com grandes quantidades de álcool (e bolachas) no sangue, fechámos esta noite... 

 

 

 Até para o ano, compinchas.

 

 

 

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Awards Season: Vencedores dos Golden Globes 2016

por Catarina d´Oliveira, em 11.01.16

No passado domingo ficamos a conhecer a lista de vencedores da 73ª edição dos Globos de Ouro.

 

Em Cinema, as surpresas não foram muitas, mas houve espaço para algumas confirmações importantes que deverão dar pistas sobre o seguimento da restante awards season, com The Revenant a tomar um importante domínio nas principais categorias.

 

the-revenant-golden-globes-2016.jpg

 

 

Eis a lista de vencedores de Cinema:

 

MELHOR FILME - DRAMA

The Revenant

 

MELHOR FILME - COMÉDIA OU MUSICAL

The Martian

 

MELHOR REALIZADOR

Alejandro G. Iñárritu, por The Revenant

 

MELHOR ATRIZ - DRAMA

 

Brie Larson, por Room

 

MELHOR ATOR - DRAMA

Leonardo DiCaprio, por The Revenant

 

MELHOR ATRIZ - COMÉDIA OU MUSICAL

Jennifer Lawrence, por Joy

 

MELHOR ATOR - COMÉDIA OU MUSICAL

Matt Damon, por The Martian

 

MELHOR ATRIZ SECUNDÁRIA

Kate Winslet, por Jobs

 

MELHOR ATOR SECUNDÁRIO

Sylvester Stallone, por Creed

 

MELHOR ARGUMENTO

Aaron Sorkin, por Steve Jobs

 

MELHOR FILME ESTRANGEIRO

Son of Saul (Hungria)

 

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO

Inside Out

 

MELHOR BANDA SONORA ORIGINAL

The Hateful Eight, por Ennio Morricone

 

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL

"Writing’s On The Wall", de Spectre

 

PRÉMIO CECIL B. DEMILLE

Denzel Washington

 

 

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Homemade - Um clássico de Natal com atraso...

por Catarina d´Oliveira, em 07.01.16

Mesmo de férias aqui do burgo para descanso do pessoal - que sou eu - andamos ocupados a filmar uma nova produção da estimadíssima Olive Tree Pictures.

 

Honrado a boa indústria de Hollywood e os nossos velhos e maus costumes, o filme vem com atraso - neste caso, tremendo, já que supostamente deveria ter sido exibido quando havia árvores de Natal montadas. Mas enfim, há imprevistos e computadores que vão para arranjar nos momentos mais inoportunos, portanto resumindo e concluíndo - atrasos.

 

No final de janeiro a coisa deve terminar a "pós-produção" e arrancar para as salas de cin... youtube.

 

Para já, fica o poster com a qualidade deplorável do costume...

 

GRINCH.jpg

 

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De regresso

por Catarina d´Oliveira, em 06.01.16

Devagarinho mas com ainda mais certezas, o Close-Up vai regressar à forma, com direito a artigos/rubricas novas e, quem sabe, um face lift nas próximas semanas - já está a precisar !

 

Até já e bons filmes!

 

Yes-were-open-again.png

 

 

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Paragem na box

por Catarina d´Oliveira, em 22.11.15

É altura de parar e reavaliar perspetivas.

 

Não tenho conseguido manter o blog da forma que gostaria - e não é o tempo, é a dedicação e o compromisso que me faltam. Tenho por norma não desistir das coisas que me apaixonam, mas num momento em que não sinto motivação para manter o espaço, tentarei refletir sobre tudo o que o envolve - o porquê de o ter criado e a sua importância na minha vida.

 

Talvez consiga perceber, um dia, que vale a pena voltar.

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Outtake - Uma muito necessitada atualização de Links

por Catarina d´Oliveira, em 05.11.15

Esta coisa de manter um blog tem muito que se lhe diga. É um pouco como ter um filho - bom, não é bem, mas percebem onde quero chegar: temos de cuidar dele, de o alimentar, de o atualizar, de lhe dar uma make-over de vez em quando (o meu já está a precisar que lhe cortem o cabelo e lhe aparem as barbas), por aí fora.

 

Ora uma secção que é para mim crucial mas não óbvia é a dos "links amigos", porque não só permitem que quem aqui vem (mesmo que sejam só três ou quatro pessoas) conhecer novos espaços como também me deixa a mim exaltar aquilo que penso ser o que de melhor se faz na nossa blogosfera na atualidade. Mas também esta zona precisa de manutenção, e foi com grande horror que hoje fiz um saudável scroll pelo blogue e vi que estava dolorosamente desatualizada, do tipo, três anos desatualizada - voltando à questão dos filhos, era como se não lhes cortassemos as unhas durante, digamos, 9 meses. Não é bonito.

 

Posto isto, estão feitas as atualizações - saíram espaços que já não existem ou não me parecem relevantes pessoalmente, e entraram outros novos e alguns não propriamente novos mas que por alguma razão (preguiça?) ainda não lá estavam.

 

Para facilitar a compreensão aqui vai um mini-descritivo de cada adição, por ordem alfabética (links diretos ao clicar nas imagens)!

 

 

Arrancou em 2012, é alimentado por dois cinéfilos incuráveis com o desejo de aproximar os filmes das pessoas e é um fantástico compêndio de críticas, estreias, festivais, sugestões e muito mais. Também têm Página de Facebook.

 

 

 

Além de todos os defeitos que já me devem conhecer - verborreia, atrasos, entre outros - há um que se eleva, ainda mais grave: por norma, e apesar de manter um blog há mais de sete anos... não visito muitos blogues. É esta a verdade mais dura e que devo e tenho de mudar. No entanto, o ponto onde aqui quero chegar é que o blog da minha conterrânea Sofia Santos é um dos poucos - mesmo poucos - que visito com bastante regularidade. Além de exaltar um espírito feminino que pouco se faz sentir num grupo tão carregado de testosterona, o Girl on Film é um dos espaços sobre Cinema (e Moda e Fotografia e Arte) com mais personalidade da blogosfera. É obrigatório (e também há Facebook e Tumblr).

 

 

 

A Janela Encantada é mantida pelo José Carlos Maltez e vale a pena espreitar, sobretudo mas não só, pelos fantásticos artigos e rubricas (ex. Cinema mudo escandinavo). Também há Página de Facebook.

 

 

 

O May the Cinema be With You só tem um ano e meio mas facilmente ganhou o seu espaço na blogosfera devido à qualidade que a Cátia Alexandre imprime em tudo o que escreve. É mais uma valência feminina nos meandros da macharia e também tem página de Facebook.

 

 

A escrita é simples mas cuidada e os artigos/ciclos/rubricas são um mimo que só visto. Aqui há Página de Facebook.

 

 

"Escrito por entusiastas que praticam o mais alto nível de mandriice", o Ócio examina várias formas de arte nomeadamente e sobretudo através de críticas de análise.

 

 

 

Mantido pelo Pedro Pereira e pelo Emanuel Neto, já tem cerca de seis anos de existência e surgiu, como o próprio nome indica, como homenagem a centenas de produções europeias de western-spaghetti, sendo um espaço obrigatório e de excelência para quem aprecia ou quer conhecer mais do género. A Página de Facebook está por aqui.

 

 

 

Já sabem da minha paixão assolapada pelo cinema de terror, portanto não havia como fugir à referência do fantástico SciFiWorld, que junta informação e análise especificamente sobre cinema fantástico, terror, e ficção-científica. Também há Página de Facebook.

 

Não consigo conceber nenhuma razão plausível para só agora o TV Dependente estar na minha lista de links porque é virtualmente o ÚNICO blog de televisão que sigo (não desfazendo os restantes que existem), funcionando como a minha Bíblia do pequeno ecrã. Para críticas "episódio-a-episódio" então, não há melhor. Página de Facebook também por aqui.

 

 

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